DNA Archives - ZEISS Vision Care Brasil
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O DNA dos seus olhos

A ZEISS desenvolveu uma ferramenta de análise do perfil de visão que você pode utilizar para determinar seus hábitos de visão pessoais. O Perfil Minha Visão preparado pela ZEISS determina suas exigências visuais a partir das seguintes esferas da vida:

 

  • Mundo de trabalho
  • Atividades diárias
  • Atividades digitais
  • Mobilidade
  • Atividades de lazer

 

O resultado final é o seu Perfil de Visão pessoal e uma solução recomendada em lentes da ZEISS que é personalizada precisamente para seus hábitos visuais pessoais – tudo sem custo e sem obrigações.

Em seguida, você pode levar o seu Perfil de Visão pessoal na forma impressa ou código QR para um oculista ZEISS em sua área. O oculista irá testar a sua visão e examinar seus olhos. Com os resultados do Perfil Minha Visão e o exame dos olhos, seu oculista irá aconselhá-lo e recomendar a solução em lentes ZEISS que mais se enquadra às suas necessidades.

Confira o Perfil Minha Visão abaixo:
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Raio-X da Visão

Enxergar. Um ato cotidiano para a maioria, um sentido vital que é exercitado desde o nascimento. Talvez por parecer tão simples, é fácil esquecer como a visão humana é complexa, um verdadeiro encadeamento de mecanismos que permitem a transformação da luz em imagens. Por isso, conhecer a formação da visão é tão importante para saber como cuidar melhor destes órgãos fantásticos.

Tudo começa com pequenas partículas emitidas pela luz, os fótons. Conforme circulam pelo ambiente, os fótons “esbarram” nos objetos e são direcionados para os nossos olhos. A partir do momento em que os tocam, começa um complicado processo para transformar a informação da luz em impulso elétrico, para que o cérebro consiga processá-la.

Primeiramente, a luz atravessa um tecido transparente, a córnea, e atinge a pupila, cuja principal função é regular a entrada da luz. A pupila é controlada pela íris, a parte colorida do olho, formada por músculos que ganham pigmentação conforme o tempo, o que explica o fato de que muitos bebês nascem com olhos azuis que escurecem com a idade.

Depois de atravessar a córnea e a pupila, a luz viaja pelo humor aquoso – líquido que preenche e hidrata a cavidade formada por córnea e o cristalino, outra importante peça deste mecanismo. O cristalino atua como as lentes das máquinas fotográficas, controlando o foco das imagens. Ele passa por um processo chamado acomodação, no qual os músculos que o controlam se contraem ou relaxam para focar em diferentes distâncias. Ambos são transparentes para permitir a passagem da luz e a opacidade em qualquer um dos dois pode causar perda de visão e cegueira.

Depois de atravessar o cristalino, a luz passa pelo humor vítreo, que é um gel composto por água e colágeno. Ele é responsável por manter a forma, peso e volume do olho e também é transparente para permitir a passagem da luz.

A partir disso, a luz chega à retina, uma das áreas mais sensíveis dos olhos. É através da retina que os estímulos luminosos se transformam em impulsos nervosos transmitidos pelo nervo óptico.

As células que se dedicam a este trabalho são os chamados fotorreceptores. Existem dois tipos dessas células, os cones – que captam as cores – e os bastonetes, que permitem a visão noturna, além de enxergarem o branco e o preto.  Os bastonetes se localizam nas partes laterais dos olhos, enquanto os cones se concentram no centro, mesma região de duas áreas importantes: mácula e fóvea.

Mácula é a denominação do centro da retina. A área contém o dobro de fotorreceptores que as demais partes da retina e é responsável por enxergar detalhes. O centro da mácula é uma depressão chamada fóvea, onde a acuidade visual atinge seu nível mais preciso.

No interior dos olhos, em camadas posteriores à retina, o mesmo tecido que forma a córnea cria a esclera, uma membrana que protege os olhos (visivelmente, a parte branca do globo ocular). Logo abaixo dela está a coroide, que comporta os vasos sanguíneos que nutrirão as células.

Depois de captadas pelas células da retina, as imagens são transmitidas até o cérebro pelo nervo óptico contendo informações como a cor do objeto, sua forma, posição e nível de luminosidade. Um detalhe importante é que, como o cristalino é uma lente convergente – ou seja, uma lente que direciona os raios de luz para um mesmo ponto – a imagem projetada na retina é invertida.

A conversão para a posição normal ocorre no centro de processamento da visão no cérebro, o lobo occipital. Essa região, localizada do lado direito inferior da cabeça, é a maior responsável pela elaboração das imagens e doenças neurológicas, como epilepsia, ou impactos na área podem levar à cegueira permanente.

Diferente de muitos órgãos do corpo, como fígado e pele, as células oculares dificilmente se regeneram, assim como os neurônios, o que torna a visão um bem extremamente precioso. Uma vez que qualquer uma de partes é permanentemente danificada, as chances de recuperar a visão são mínimas, se não nulas. Portanto, a melhor maneira de garantir uma visão saudável é através da prevenção e do acompanhamento médico regular.

Tecnologia genética

Feitos para o seu DNA

Há 20 anos, quando os jornais noticiavam o nascimento da ovelha Dolly – o primeiro mamífero a ser clonado com sucesso a partir de uma célula adulta – muitos se perguntaram: até onde a tecnologia genética poderia chegar?

O tempo passou, as pesquisas avançaram e o que antes parecia uma ciência distante ou história de ficção científica aos poucos está mudando para melhor o cotidiano das pessoas. Entre as novidades surgidas com essa onda, uma das mais inusitadas é a personalização de produtos a partir do DNA, conferindo a cada objeto uma identidade tão única quanto o código genético. É o primo da tecnologia genética.

Uma das pioneiras nessa inovação é a startup norte-americana Vinome, que oferece aos clientes a possibilidade de escolher vinhos a partir das preferências determinadas pelo DNA. Em outras palavras, um vinho específico para o seu paladar.

A partir de um teste genético e um questionário de preferências pessoais, a empresa consegue identificar os sabores mais agradáveis ao paladar dos clientes e então selecionar as bebidas. Além disso, todos os vinhos comercializados são de pequenas vinícolas californianas, o que confere um tom ainda mais exclusivo à proposta.

A genética também está transformando o design de interiores, tornando-o cada vez mais personalizado. Empresas como a norte-americana DNA11 fabricam quadros coloridos com o código genético a partir de amostras de saliva, no tamanho e cor que o cliente desejar. Uma versão moderna do tradicional retrato, a peça exclusiva é também uma nova forma de representação sobre como as pessoas veem sua natureza interior e incluem sua presença no espaço.

A genética, quem diria, também pode ser usada como ferramenta de resgate das origens, quebra de tabus e formação de identidade étnica e social. O mapeamento genético pode rastrear rotas de migração de ancestrais, composição étnica do DNA e até comparar amostras atuais com as de sítios arqueológicos, como uma forma de entender nossa própria evolução.

A melhor parte é que, o que antes estava apenas ao alcance de cientistas e grandes instituições, hoje pode ser compartilhado como uma atividade lúdica entre membros de uma família, a partir do trabalho de empresas como a Family Tree DNA. Os kits da companhia oferecem a possibilidade de rastreamento da genealogia do pai ou da mãe, origens étnicas e geográficas da família e até a descoberta de novos ramos familiares a partir de outros DNA’s.

E, na área de saúde, as aplicações da genética vão muito além do famoso teste de paternidade. Se ainda não é possível comprar medicamentos produzidos a partir da sua genética, empresas como a Geneu já oferecem cosméticos produzidos a partir de análises do DNA para oferecer os melhores cuidados com a pele.

A partir das informações sobre o estilo de vida e amostras genéticas, a companhia monta um tratamento com séruns específicos que, em conjunto com uma mudança de hábitos, prometem uma melhora efetiva nos problemas dermatológicos.

Essas são algumas das novidades desenvolvidas pela ciência e a tecnologia genética até agora. Ainda é cedo para dizer qual impacto essas e outras técnicas exercerão no mundo nos próximos 20 anos mas, se depender do sucesso desses resultados, o futuro será pra lá de interessante.