Esporte Archives - ZEISS Vision Care Brasil
Visão periférica campo rede

A visão no esporte

A prática de esporte anda aliada aos nossos olhos. Eles são essenciais nos profissionais e bons praticantes, já que a chamada visão periférica é uma característica muito aguçada nesse tipo de esportista. Ela é determinante no desempenho do atleta, que ganha uma vantagem para surpreender seu adversário.

FUTEBOL

Um grande exemplo de como usar a visão periférica com perfeição é no icônico gol de Carlos Alberto Torres na final da Copa do Mundo de 1970, quando Pelé previu que seu companheiro faria tal trajetória para alcançar a bola a tempo de chutar para o fundo das redes. Em outra decisão de Mundial, só que em 2002, Rivaldo fez o famoso “corta-luz” possibilitando que Ronaldo ficasse livre para fuzilar o goleiro Oliver Kahn. Ali, ficou claro como esse tipo de visão é importantíssima no esporte de alto nível.

BASQUETE

Não apenas no futebol que esse tipo de visão é utilizada. No basquete, o jogador mapeia a movimentação dos seus companheiros e rivais para encontrar o momento perfeito para realizar um passe. Já no tênis, os atletas rebatem a bola graças a visão periférica. Não olham diretamente o seu adversário, apenas preveem a trajetória dela, medindo sua força e a maneira de bater na bolinha.

AGUÇANDO A VISÃO PERIFÉRICA

Os craques de cada esporte ganham destaque pela visão periférica, mas é os esportistas de fim de semana poderiam aguçar essa área? A resposta é sim. Exercícios de leitura dinâmica ajudam a prestar mais atenção à periferia da visão. Costumeiramente estamos acostumados a dar protagonismo à visão central, já que com ela analisamos rostos, palavras, objetos e etc. então sempre é bom treinarmos esse outro lado de nossos olhos.

Temos células fotossensíveis muito complexas chamadas cones que captam a imagem e a levam ao cérebro com nitidez. Elas estão concentradas na região central da retina e, consequentemente, vemos com detalhe apenas o que está em nossa frente.

Já a parte da visão periférica é de responsabilidade de outras células: os bastonetes. Mais simples, eles apenas mandam um esboço da imagem que você vê. Formatos aproximados, se estão inertes ou em movimento, e só.

No esporte, os cones não são tão necessários. Você não precisa reconhecer um adversário especificamente, apenas a cor de seu uniforme. O importante é saber se o seu rival está por perto e em movimento. Nessa hora, os grandes atletas levam vantagem. Um bom desenvolvimento da musculatura do pescoço e dos olhos fazem com que eles encontrem um companheiro desmarcado, sem precisar virar o corpo. Nossos olhos são essenciais no esporte, assim como em toda nossa vida.

Dinâmicas do Corpo

Poucas coisas são capazes de nos emocionar tanto quanto o esporte. Todo o potencial físico do atleta trabalha em busca de apenas um objetivo, a vibração da torcida, a beleza da vitória, a dor da derrota. Drama, suspense e ação em um mesmo ato: poderia ser um filme, se não se tratassem de histórias reais – e que histórias. Dentre todas as modalidades, se existe uma categoria que transita entre o esporte e a arte é a ginástica. Dividida entre ginástica artística masculina e feminina– também conhecida como olímpica – e ginástica rítmica masculina e feminina, a modalidade é famosa por propiciar espetáculos.

Os movimentos da ginástica são conhecidos e praticados desde a pré-história. O esporte era reconhecido em civilizações como o Egito Antigo, onde era praticado pelos soldados para fortalecimento, e nas olímpiadas da Grécia Antiga, de onde também veio a palavra gymnastiké,  origem de seu nome. No entanto, a institucionalização como esporte ocorreu apenas em 1811, quando o professor alemão Friedrich Ludwig Jahn, inspirado pelas ideias de Jean-Jacques Rousseau e Johann Christoph Friedrich Guts Muths, criou um clube voltado exclusivamente para a prática de ginástica.

Nesse mesmo período, surgia uma preocupação sobre como era possível expressar os sentimentos através do corpo. Os coreógrafos Émile Jacques Dalcroze e Rudolf Bode foram alguns dos principais responsáveis por unir a dança à ginástica artística, tornando os movimentos mais leves. Mas foi a norte-americana Isadora Duncan quem realmente popularizou o esporte, já no século XX, levando-o à antiga União Soviética, onde se tornou uma modalidade oficial.

Hoje ambas as modalidades são reconhecidas e disputadas por homens e mulheres em campeonatos por todo o mundo. Nos Jogos Olímpicos, as apresentações de ginástica são famosas por serem alguns dos momentos mais esperados de toda a competição, rendendo momentos icônicos como o “dez perfeito” da atleta romena Nadia Comaneci, nos Jogos de 1976. A menina, que tinha apenas 14 anos nas Olimpíadas de Montreal foi a primeira ginasta da história a atingir todas as notas máximas nas barras assimétricas – algo que, até então, era considerado impossível.

O Brasil também tem excelentes lembranças da ginástica, com nomes como Daiane dos Santos, a primeira brasileira campeã mundial na ginástica artística, os irmãos Daniele e Diogo Hypólito e, recentemente, o campeão Arthur Zanetti, o primeiro ginasta brasileiro a conquistar o ouro olímpico.

Mas entre o sonho do pódio e a glória da medalha existe muito mais do que o que aparece na hora da competição. Quem vê os movimentos leves, sincronizados e executados tão perfeitamente se encanta com a habilidade que os atletas demonstram nos aparelhos, mas não sabe que, por trás de cada pirueta, existem anos e anos de sacrifício de atletas e equipe técnica.

Para a treinadora da seleção brasileira individual de ginástica rítmica, Monika Queiroz, um campeão não surge apenas com fatores isolados, mas de uma união entre esforço, condições materiais e formação pessoal.

“Tem os ganhos pessoais, o fator motivacional, a preparação que você vai fazer com o seu técnico, com sua equipe técnica. Isso eu digo que está na parte de 20 a 30%. 70% são os ganhos materiais. Que são o que? Condições de treino, uma equipe multidisciplinar, um pró-labore em que o atleta possa viver – e não sobreviver. Porque se ele está sobrevivendo ele não está sendo mais atleta, ele está fazendo esporte por opção”, disse Monika ao Olhares do Mundo.

Para o desenvolvimento de uma carreira longa e produtiva, também é preciso muito tempo de treinamento contínuo. Segundo Monika, a idade ideal para que uma criança seja introduzida na ginástica é durante a fase de alfabetização, entre 5 e 7 anos.

No entanto, é preciso enxergar o esporte como um complemento lúdico das demais atividades da criança e não forçar a participação em competições desde cedo, já visando a formação de um atleta olímpico. É claro que um campeão precisa treinar desde pequeno, o que não significa que todos os pequenos atletas seguirão no caminho do esporte. A diferença surgirá com o tempo mas, para isso, é preciso ter paciência e perseverança.

“(A infância) deve ser o primeiro momento da criança no esporte, em que ela aprende a ganhar e a perder. As pessoas acham que só porque a criança é talentosa – o que também pode ser um erro, por que às vezes a criança nem se descobriu ainda – acabam adiantando as fases”, diz Monika.

Aliás, o aprendizado da superação é fundamental. Tanto em relação a lesões, que podem acontecer a todos, mas também a dinâmica da ginástica. Um esporte tão difícil, em que as notas são decididas nos detalhes, é um caminho tortuoso. “Muitas pessoas entram no esporte pelas vitórias. O esporte é feito com muito menos vitórias e muito mais derrotas”, comenta Monika.

Talvez sejam as dificuldades – ou a maneira como elas são superadas – que tornem a ginástica um espetáculo para os olhos. Talvez sejam os belos movimentos, a busca dos atletas pela perfeição. Talvez seja o trabalho atento e silencioso da equipe técnica para que o suor dos bastidores se converta em brilho no pódio. Talvez seja a empolgação da torcida, admirada pelo encanto das apresentações.  Talvez a ginástica seja intensa demais para ser compartimentada – a melhor maneira de apreciá-la é, e sempre será, com a emoção. Nos resta aplaudir.

Esporte pela vida

Com 2.500 pessoas, a final paralímpica de Rugby em cadeira de rodas bateu um recorde de público. Um dia histórico, um jogo intenso entre as gigantes seleções dos Estados Unidos e da Austrália, duas prorrogações, disputa acirrada. Na plateia, ao lado do time brasileiro, Fernando Abud, atleta e ex-membro da seleção, não piscava. A concentração, a excitação e a tensão de ver um jogo que entrava para a história, um jogo daquele que é também o seu esporte, tomavam conta dele.

Um dia antes lá estava, também na plateia, mas dessa vez assistindo o Brasil jogar. Mais do que isso, assistindo seus amigos de time jogarem e fazerem história na primeira participação brasileira em uma Paralímpiada na modalidade, amigos com quem dividiu e divide não só o esporte, mas também a vida. Orgulho, já que o atleta também escreveu essa trajetória.

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A relação com o esporte começou muito cedo, quando ainda criança entrou no mar com a prancha pela primeira vez. Anos depois, aos 15, sofreu um acidente surfando e ficou tetraplégico. Por acaso, conheceu o presidente da ABRC (Associação Brasileira de Rugby em Cadeira de Rodas) no aeroporto, com quem fundou um time de Rugby adaptado, o primeiro de Campinas, que por muitos anos foi o melhor do Brasil. Um começo difícil e improvisado que o fez chegar a seleção nacional, que com ele se tornou um time respeitado mundialmente.

Estaria lá, na Arena 1 da cidade olímpica, mas decidiu diminuir os ritmos de treino e, consequentemente, sair da equipe brasileira para se dedicar ao trabalho. Uma das escolhas mais difíceis de toda a sua vida, já que com o time ele viajou o mundo e defendeu um esporte que ainda é muito subjugado no Brasil, que tem pouco incentivo e que dificulta a manutenção de uma vida dedicada exclusivamente aos treinos e campeonatos. Entre jogos, uma rotina de atleta e uma vida corporativa, Fernando vive intensamente o Rugby. Para ele, estar em quadra é estar vivo.

Depois de 10 anos, em meio a passes e gols, a sensação ainda é a mesma: a quadra é o lugar de esquecer todo o resto, é a distração mais profunda. “Decidi viver. Eu falei: ou eu fico aqui e a vida passa ou eu aproveito como dá. Hoje meu lema é esse: aproveitar o máximo com o que eu tenho”.

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Superar seus limites no esporte fica mais fácil com as lentes ZEISS Sport

Quem pratica algum esporte, amador ou profissional, sabe que não se trata apenas de uma atividade para entrar em forma. É uma paixão movida pela ambição de chegar mais longe, todos os dias. Concentração é uma das essências necessárias para atingir o máximo potencial. Tenistas e ciclistas, por exemplo, sabem da importância de um olhar aguçado e de uma visão perfeita para perceber detalhes que podem, literalmente, mudar o jogar. A ZEISS sabe, e acredita nisso. Por isso desenvolveu uma lente que traz o equilíbrio certo entre tonalidade, design e função protetora.

As lentes ZEISS Sport garantem uma visão perfeita, protegendo seus olhos de raios solares, e diversos outros fatores como pó, sujeira, vento, insetos, galhos e pequenos objetos. Seu formato curvo ainda otimiza o contraste das cores.

Monofocais ou progressivas, a ZEISS Sport é extremamente robusta, graças ao revestimento DuraVision® Platinum, uma tecnologia exclusiva que garante total resistência durabilidade para sua lentes. Ainda assim, por ser uma lente orgânica, ela é leve, o que é essencial para prática de qualquer esporte. Também nas versões fotossensível e polarizada, a ZEISS Sport elimina aberrações visuais, que prejudicam principalmente os praticantes de esportes que exigem velocidade. Fora isso, a polarizada, por exemplo, filtra os reflexos solares por meio de estruturas que eliminam a oscilação da luz, inclusive do reflexo pela água, sendo perfeita para praticantes de esportes como remo e iatismo.

As lentes ZEISS Sport também podem ser usadas diariamente, especialmente por sua leveza e design elegante, além das lentes grandes e curvadas, tendência na moda óculos.

Confira os benefícios das Lentes ZEISS Sport:

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  • Lentes orgânicas e leves, mesmo para grandes armações, melhorando a prática de esporte.
  • Visão Simples ou Multifocais, se adaptando para todo tipo de necessidade visual.
  • Correção de aberrações físicas nas zonas periféricas e ângulo panorâmico, permitindo um campo de visão melhor e beneficiando a prática de esportes.
  • Revestimento DuraVision® Platinum, garantindo mais resitência e durabilidade para as lentes.
  • Versões fotossensível ou polarizada para lentes mais versáteis.

Lentes ZEISS Visão Simples Sport

As lentes ZEISS Visão Simples Sport proporcionam melhor visão, são confortáveis e eliminam todos os tipos de distorção, graças ao ângulo panorâmico da armação. Grandes ou curvadas, elas foram feitas especialmente para os atletas, garantindo segurança, praticidade e conforto em qualquer situação.

Lentes ZEISS Progressive Sport

As lentes ZEISS Progressive Sport são personalizadas para sua necessidade. Se o esporte que você pratica exige que sua visão alterne entre elementos próximos, intermediários, ou distantes, uma lente feita sob medida irá melhorar seu desempenho. Além disso, a rápida mudança de foco é suave, sem causar incômodos.

 

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