Luz azul Archives - ZEISS Vision Care Brasil
Homem tablet luz azul blueprotect

O tratamento DuraVision® BlueProtect

A exposição por um longo período aos espectros de luz azul pode ser prejudicial aos nossos olhos. Por outro lado, deixar de usar aparelhos eletrônicos não é uma opção. Estamos cercados por celulares, computadores, tablets e televisões em nossos momentos de lazer e em nosso ambiente de trabalho. É normal que, ao final do dia, uma pessoa que passou muito tempo interagindo com diversos dispositivos que emitem luz azul sinta seus olhos desgastados. Foi pensando nessas pessoas que a ZEISS desenvolveu o tratamento DuraVision® BlueProtect. Confira mais sobre o projeto, que promete melhorar sua saúde.

Essa tecnologia exclusiva da ZEISS é ideal para usuários que se preocupam com os efeitos nocivos da luz azul e que procuram proteção adequada para esse problema. Ao mesmo tempo, a DuraVision® BlueProtect permite a passagem da luz azul “saudável” para o corpo. Esse tipo de luz, quando exposta aos nossos olhos com moderação, é importante para regular os níveis de melatonina em nosso corpo. Esse hormônio é essencial porque  controla nosso biorritmo e o nosso bem-estar.

Filtrar a luz azul é mais do que necessário. Se a exposição ao espectro se torna invasiva, pesquisam mostram que os prejuízos podem ser devastadores. Além de causar inflamações dolorosas na membrana conjuntiva e na córnea, o excesso de luz azul violeta pode produzir lesões no cristalino do olho, que causa catarata, e na retina, que pode gerar um quadro de degeneração macular.

Mas não são apenas seus olhos que recebem cuidado extra. Suas lentes também estão mais seguras graças ao tratamento DuraVision®. Essa camada protetora literalmente endurece a superfície da lente, o que aumenta a resistência contra danos em até três vezes em comparação aos produtos concorrentes. Fora isso, ela também reduz os reflexos da luz e torna a lente mais resistente à sujeira e mais fácil de limpar.

Mulher óculos luz azul

Os perigos da luz azul

A luz é a matéria-prima da visão, no entanto, também pode causar grandes prejuízos para os olhos caso a pessoa se exponha sem proteção. Isso acontece pois, apesar de enxergarmos a luz em geral na cor branca ou amarela, esse é o resultado de uma combinação de cores, os chamados espectros da luz – e nem todos eles fazem bem à saúde, como a luz azul.

A luz se divide em espectros visíveis e não visíveis. A mais perigosa é a luz ultravioleta, que não é visível, mas pode causar doenças sérias, como catarata e câncer de pele. Já o espectro das luzes visíveis é composto por 7 cores. Entre as luzes benéficas estão vermelha, laranja, amarela, verde e azul-turquesa, sendo esta última responsável por importantes funções no ciclo de sono e no ciclo hormonal dos seres humanos.

Mas existe também a luz azul-violeta, responsável por causar doenças como a degeneração macular relacionada à idade (DMRI), que é uma das principais causas de cegueira no mundo. Embora esteja presente na luz natural, a luz azul-violeta é emitida principalmente pelas telas de aparelhos eletrônicos como smartphones, tablets e televisões.

Seus efeitos nocivos se manifestam com o tempo e pioram quanto maior for a exposição. Isso acontece porque, devido ao tamanho de seu comprimento de onda, essa luz é percebida diretamente pela parte de trás dos olhos, onde está localizada a mácula, uma área muito sensível à recepção de luz e que controla a visão central.  As células dessa região não se renovam, por isso sua degeneração pode gerar cegueira irreversível. O ideal nestes casos é realizar o diagnóstico o mais rapidamente possível para que o tratamento consiga desacelerar a lesão.

Entre os efeitos da luz azul-violeta perceptíveis a curto-prazo estão a fadiga e o stress visual, que afetam principalmente quem passa muito tempo na frente de telas, como pessoas que trabalham utilizando computadores.

Para aproveitar a tecnologia sem riscos à saúde, o ideal é utilizar lentes oculares como as lentes ZEISS Digital, que contém um filtro bloqueador de luz azul, garantindo também a redução de sintomas como ardência nos olhos e dores de cabeça, típicos da fadiga ocular.