Saúde Archives - ZEISS Vision Care Brasil
Homem óculos saúde e realidade virtual

Saúde e realidade virtual

Sabe aquela sensação de pavor ao chegar no hospital? Ela pode estar prestes a acabar. Alguns hospitais, principalmente nos Estados Unidos, já têm utilizado óculos de realidade virtual antes de procedimentos cirúrgicos de alta complexidade, aliviando o estresse; e até mesmo em terapias voltadas às vitimas de queimaduras. É saúde e realidade virtual andando de mãos dadas.

Os tratamentos

Os pesquisadores do Hospital Cedars-Sinai, em Los Angeles, têm pesquisado a fundo a utilização da realidade virtual em determinados tratamentos. E até agora, a tecnologia tem se mostrado frutífera. De acordo com eles, a realidade virtual reduziu em até 25% a sensação de dor nos pacientes.

Ela é capaz de distrair as pessoas e reduzir o estresse, desviando, assim a o foco da dor e do medo Uma técnica usada pelos hospitais tem sido distribuir óculos de realidade virtual para crianças conhecerem as instalações do hospital onde será tratadas, conferindo uma impressão mais humana do local.

Esse procedimento de redução do estresse também tem sido feito no Brasil. Alguns laboratórios de São Paulo utilizam a realidade virtual para entreter crianças enquanto estas realizam certos exames.

A Universidade de Stanford também pesquisa a tecnologia, e tem aplicado a realidade virtual no tratamento de doenças mentais, como é o caso do transtorno bipolar. Entretanto, todo esse progresso ainda precisa ser melhor estudado, já que as pesquisas ainda parecem incipientes. Mesmo assim, o futuro parece promissor.

Dieta saudável macarrão ovos peixes Revista Veja Bem ZEISS

Uma dieta saudável para seus olhos

Alimentar-se bem é uma dica comum de saúde que os médicos usam na hora de aconselhar seus pacientes na prevenção de doenças. E claro, nossos olhos não escapam desses conselhos. Para mantermos nossa visão saudável, nada melhor que combinarmos uma dieta rica e saudável. Veja só quais alimentos podem ser benéficos aos nossos olhos, de acordo com pesquisa da Revista Veja Bem.

PEIXES

A Síndrome do Olho Seco, que consiste na diminuição da produção de lágrimas, bastante comum no inverno, pode ser evitada com a ingestão de peixes, ricos em ômega 3. A substância é indicada como possível adversária da síndrome.*

OVOS

Os ovos também podem ser seus aliados na busca por uma boa saúde ocular. Ricos em vitaminas B12, A e D, podem prevenir a degeneração macular e a catarata. Eles também protegem a córnea e podem evitar cegueira noturna.*

ALHO

E que tal um macarrão alho e óleo para manter seu olho saudável? Isso mesmo que você leu. O alho presente na refeição é seu grande aliado na busca por uma boa circulação. Isso porque ele é rico em vitaminas C e B1, que, combinadas, mantém a circulação sanguínea boa e funcional, irrigando melhor os olhos, diminuindo a pressão arterial e prevenindo contra o glaucoma.**

* De acordo com a Revista Veja Bem ed.07 – Conselho Brasileiro de Oftalmologia

** De acordo com a Revista Veja Bem ed.02 – Conselho Brasileiro de Oftalmologia

Amazônia rio pôr do sol

Um olhar para a Amazônia

Funciona 24 horas por dia, 365 dias por ano, sem parar. É resistente, mas ao mesmo tempo extremamente delicado. Tem limites, mas é infinito em suas possibilidades. Mesmo com a mais alta tecnologia, nenhuma outra máquina consegue se renovar com a mesma capacidade, ou aprender com a mesma velocidade. Em toda a natureza, nada se compara ao corpo humano. Preservá-lo é, mais que uma prioridade, um direito de todos.

No entanto, nas áreas remotas da Amazônia, a falta de recursos e a distância dificultam o acesso de milhares de pessoas a uma saúde de qualidade.

Na década de 1990, o Dr. Jacob Cohen voltou seu olhar para a situação da população que vive na maior floresta do mundo e decidiu agir. Foi assim que surgiram os Projetos Amazônicos, através dos quais cirurgias de catarata gratuitas já recuperaram a visão de cerca de 15 mil pacientes carentes.

A partir de 2005 os Projetos Amazônicos ganharam o apoio dos oftalmologistas voluntários da Escola Paulista de Medicina, da UNIFESP, que percorrem o interior do Amazonas realizando as cirurgias. Outra realizadora do projeto é a Fundação Piedade Cohen (Fundapi), uma organização sem fins lucrativos que fornece serviços de saúde para a população carente do Amazonas.

As expedições acontecem em diversas cidades, onde os médicos permanecem por 24 horas examinando e operando os pacientes necessitados.

Para garantir os melhores resultados são empregadas as técnicas mais modernas, como a facoemulsificação. O processo é muito seguro e dura apenas alguns minutos. Nele, os médicos fazem uma pequena incisão nos olhos dos pacientes, quebram o cristalino danificado com ondas de ultrassom e o aspiram, depois inserem lentes intraoculares. Com o uso da chamada incisão em degrau, não há necessidade de sutura, pois a pressão natural mantém o corte fechado até a cicatrização. O procedimento pode ser realizado em ambulatórios e não precisa de anestesia geral, o que facilita a realização das cirurgias em locais com uma infraestrutura precária, como a Amazônia.

O uso dessa tecnologia avançada e de materiais de alta qualidade, como as lentes intraoculares ZEISS, permite que os pacientes voltem para casa no mesmo dia, com a visão totalmente recuperada e tenham um pós-operatório muito mais tranquilo, com baixo risco de infecções ou complicações.

O impacto que a nova visão tem na vida das pessoas é perceptível pela expressão de felicidade dos pacientes. O sorriso de Dona Maria Lúcia Leal, de Parintins, que não conseguia mais trabalhar devido à dificuldade de enxergar, demonstra o alívio trazido pela cirurgia.

“Eu não conseguia ver nada a noite. Só conseguia ler durante o dia e de muito perto. Não conseguia trabalhar mais por causa dos meus olhos, porque eu trabalhava com bordado e tapeçaria. Agora, depois da operação, eu consigo enxergar muito bem. Não doeu nada e eu queria muito fazer a cirurgia”, contou ela, em depoimento.

Para quem está começando a vida, os Projetos Amazônicos têm o poder de mudar destinos. É o caso da pequena Sofia Lima, que nasceu com catarata congênita e, por isso, não conseguia aproveitar a infância em seu máximo potencial. Aos cinco anos, ela passou pela primeira cirurgia e, graças ao projeto, também conseguiu operar o segundo olho, para a alegria de sua mãe, Lorena.

Histórias como essa são a recompensa de quem se dedica e passa dias viajando para fazer da Amazônia um lugar melhor:

“Nós sentimentos que podemos ajudar as pessoas a retomar suas vidas normais e atividades do dia a dia. Nos orgulhamos de ser parte de uma equipe que ajuda pessoas tão necessitadas”, comenta o Dr. Ricardo Nosé, um dos médicos voluntários do projeto.

Momentos como esse são inesquecíveis para quem os vive, mas também para quem se deixa tocar por essas histórias. O grande legado dos Projetos Amazônicos é imaterial; está no aprendizado da equipe médica, na beleza do por do sol amazônico refletido nos olhos dos pacientes, nos sorrisos de gratidão de quem se dedica a ajudar e de quem vê sua vida mudando em poucos minutos.