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Homem óculos saúde e realidade virtual

Saúde e realidade virtual

Sabe aquela sensação de pavor ao chegar no hospital? Ela pode estar prestes a acabar. Alguns hospitais, principalmente nos Estados Unidos, já têm utilizado óculos de realidade virtual antes de procedimentos cirúrgicos de alta complexidade, aliviando o estresse; e até mesmo em terapias voltadas às vitimas de queimaduras. É saúde e realidade virtual andando de mãos dadas.

Os tratamentos

Os pesquisadores do Hospital Cedars-Sinai, em Los Angeles, têm pesquisado a fundo a utilização da realidade virtual em determinados tratamentos. E até agora, a tecnologia tem se mostrado frutífera. De acordo com eles, a realidade virtual reduziu em até 25% a sensação de dor nos pacientes.

Ela é capaz de distrair as pessoas e reduzir o estresse, desviando, assim a o foco da dor e do medo Uma técnica usada pelos hospitais tem sido distribuir óculos de realidade virtual para crianças conhecerem as instalações do hospital onde será tratadas, conferindo uma impressão mais humana do local.

Esse procedimento de redução do estresse também tem sido feito no Brasil. Alguns laboratórios de São Paulo utilizam a realidade virtual para entreter crianças enquanto estas realizam certos exames.

A Universidade de Stanford também pesquisa a tecnologia, e tem aplicado a realidade virtual no tratamento de doenças mentais, como é o caso do transtorno bipolar. Entretanto, todo esse progresso ainda precisa ser melhor estudado, já que as pesquisas ainda parecem incipientes. Mesmo assim, o futuro parece promissor.

Criança óculos realidade virtual na educação

A realidade virtual na educação

Você já viu diversas maneiras que a realidade virtual pode contribuir para a sociedade. Seja para diminuir alguns medos ou como mero entretenimento, a tecnologia tem se expandido cada vez mais, e um dos objetivos que ela tem atingido é no universo educacional. Algumas escolas já têm usado a realidade virtual na educação, o que, sem dúvidas, pode expandir os horizontes dos nossos pequenos.

O Google Expeditions

Já no espaço de sala de aula, os professores encontraram o programa perfeito para levar as crianças literalmente para qualquer lugar do mundo. E não estamos falando de nenhum filme de animação infantil. O Google Expeditions, instalado no smartphone, é acoplado ao óculos de realidade virtual, e leva as crianças experenciarem os mais diferentes locais. Algumas delas podem até se assustar, como é o caso de Julia Baptista da Silva, aluna de 8 anos da Escola Estadual Santa Rosa de Lima, em São Paulo.

Em entrevista à Revista Época, a pequena relatou o medo por não saber nadar, já que o ambiente parecia realmente idêntico ao oceano. Entretanto, elas não navegam pelo espaço que quiserem. Tudo é controlado pelo professor, que direciona a imagem mostrada para as crianças.

Novos estudos

As tecnologias de imersão virtual têm se popularizado. Com elas, chegam também os estudos acadêmicos. Algumas universidades americanas (dentre elas a Universidade de Harvard e o MIT (Instituto de Tecnologia de Massachussets) de se uniram a um consórcio que têm mais de 7 mil associados – o Immersive Educational Initiative. A iniciativa se presta a desenvolver sistemas de realidade virtual na educação, seja para jovens ou até mesmo candidatos ao doutorado.

Se depender das universidades, veremos tais projetos alcançando cada vez mais escolas. E se podemos nos divertir, por que também não aprender? Esses são apenas os primeiros passos de uma tecnologia que ainda engatinha, mas tem tudo para ganhar o mundo.

Homem óculos filmes com realidade virtual

Os filmes com realidade virtual

O VR One, óculos que você ganha ao participar da promoção “Visão sem Limites ZEISS”, pode fazer com que entre, literalmente, no universo dos filmes. Portanto, que tal usar o VR One nos seus momentos de lazer também?

A primeira vez

Uma das experiências mais marcantes entre o universo cinematográfico e a realidade virtual aconteceu no lançamento do filme “A Bela e a Fera”. Um vídeo chamado “Be our Guest” foi disponibilizado no Facebook. Por lá, os internautas, amparados por um óculos de realidade virtual, podiam assistir o curta, onde o personagem Lumière apresenta a sala de jantar do filme da Disney.

Mais à vista

Pouco a pouco, a iniciativa de filmes com realidade virtual vem se popularizando. A Hulu, empresa de streaming concorrente da Netflix, fez uma parceria com a Microsoft, que visa usar gadgets de realidade mista nas produções “The Curious Mind” e “The Driver”.

O caso de “Pearl”

Porém, o principal mercado de filmes com realidade virtual ainda é o underground. O curta de animação “Pearl”, por exemplo, concorreu ao Oscar no ano de 2017. Foi o primeiro do tipo VR a concorrer na principal premiação do cinema. Ele foi produzido pela Google Spotligh Stories em parceria com a Evil Eye Pictures, e conta a história de um pai solteiro que viaja com sua filha de carro pelo mundo. Dirigido por Patrick Osborne, o curta tem cerca de seis minutos, e pode ser visto aqui: https://www.youtube.com/watch?v=WqCH4DNQBUA.

Por isso, não perca a oportunidade de ganhar um VR One participando da promoção “Visão sem Limites ZEISS”. Você pode assistir Pearl e muitas outras produções cinematográficas. E fica a dica: é só o começo.

Homem realidade virtual óculos de VR sala

Os óculos de realidade virtual e suas curiosas sensações

Os óculos de realidade virtual, como o VR One, que você ganha ao participar da promoção “Visão sem Limites ZEISS”, podem proporcionar as mais incríveis experiências de imersão em uma realidade paralela. Porém, antes de experimentar a realidade virtual, entenda quais sentimentos você pode ter de confrontar ao utilizar os óculos.

Surpresa

A primeira sensação é a da surpresa. Isso porque, ao colocarmos os óculos, o aplicativo utilizado faz uma “leitura” do seu corpo junto ao dispositivo. Obviamente, deve haver uma discrepância entre as imagens que são recebidas pelo app e os movimentos percebidos pelo nosso corpo. Afinal, tudo aquilo parece diferente ao nosso cérebro, principalmente pelo conflito de ações, que acontece ao imergir em jogos, por exemplo. Entretanto, isso faz bem, pois conota que nosso cérebro lê com clareza o que acontece à nossa volta.*

Entusiasmo

A segunda sensação é de entusiasmo. A primeira vez com a realidade virtual sempre é empolgante e divertida. Isso porque estamos, literalmente, em uma realidade diferente à nossa. Afinal, muitos de nós sempre desejamos participar daquele jogo da nossa infância ou até mesmo do filme predileto. Portanto, aproveite o momento.

Relaxamento

A terceira sensação, quando já estamos mais acostumados à realidade virtual, é de relaxamento. Afinal, é chegada a hora de aproveitar ainda mais a tecnologia. Como vimos anteriormente, a realidade virtual já tem sido utilizada até mesmo para distrair crianças em laboratórios clínicos, por exemplo**. E se você estiver jogando, fica ainda mais fácil. Afinal, aquilo é é algo prazeroso. Portanto, por que não disfrutar de toda a ciência dos óculos de realidade virtual? Não se esqueça de baixar o Google Cardboard e aproveite.

*De acordo com o Dr. Ronald Azuma, chefe do departamento de realidade virtual da Intel

** De acordo com teste elaborado em alguns laboratórios, como o Delboni Auriemo, unidade do Itaim, São Paulo.

óculos de realidade virtual criança casa

A realidade virtual diminui o medo das crianças?

É inegável que os óculos de realidade virtual, como o VR One que você ganha na promoção “Visão sem Limites ZEISS”, chegaram para revolucionar nossa experiência com a tecnologia e a realidade. Porém, muito mais que mero lazer, eles têm provado sua utilidade no campo da saúde. De acordo com alguns especialistas, a realidade virtual pode ser grande companheira de pais, médicos e crianças na hora destas enfrentarem seus medos.

Agulhas?

O medo de agulhas é um dos mais comuns entre os seres humanos. As crianças, claro, não escapam desse temor. Entretanto, os óculos de realidade virtual são os novos aliados de laboratórios e médicos para distrair nossos pequenos na hora de uma injeção, vacina, ou coleta de sangue, por exemplo.

Antes da aplicação, os óculos são distribuído para elas, que acabam distraídas por vídeos e animações produzidas pelo dispositivo*. Enquanto isso, a higienização e aplicação/coleta é feita. Cada criança pode reagir de uma maneira, mas a distração normalmente funciona pelo menos até o processo se iniciar.

Outros medos e fobias

Apesar de ainda não comprovado, algumas outras fobias, como o medo de insetos, podem ser diminuídas em crianças (e também adultos) com a utilização dos óculos de realidade virtual. O uso de vídeos de imersão por meio desta tecnologia no universo dos insetos, por exemplo, pode ajudar a amenizar o sentimento de repugnância e aversão.

* O teste está sendo elaborado por alguns laboratórios, como a unidade do Delboni Auriemo, no bairro do Itaim, São Paulo

Como funcionam os óculos de realidade virtual

Buscar novas realidades virtualmente pode parecer abstrato e até mesmo inviável para muitas pessoas. Entretanto, isso já é possível com os óculos de realidade virtual, como é o caso do VR One, que você ganha ao participar da promoção “Visão sem Limites ZEISS”. Saiba como funcionam esses óculos!

A realidade virtual (VR) é normalmente proporcionada por óculos ou capacetes que emergem o usuário em um ambiente criado digitalmente. Este deve ser acoplado a um smartphone ou outro dispositivo que rode um aplicativo com a tecnologia de realidade virtual acessível.

Com os óculos encaixados na cabeça e o display disposto na frente dos olhos, cria-se em tamanho real um ambiente 3D. Dessa forma, é como se o utilizador do dispositivo fosse transportado para outra realidade.

O USUÁRIO

Nossos olhos, ao captarem uma imagem em realidade virtual, passam essa informação ao cérebro. Este interpreta o que recebeu e nos mostra o que está diante de nossa vistas em 3D.

O cérebro interpreta as 3 dimensões (profundidade, altura e largura, iluminação), e também outros fatores, como a iluminação.

O SOFTWARE (ÓCULOS E CAPACETES)

O software, por sua vez, faz uma simulação/ilusão de que vemos algo real. No caso, de objetos posicionados em diferentes locais do espaço. O cérebro terá a ilusão de que vê aquilo com a mesma profundidade, altura e largura do real, mesmo não passando de um mero display de apenas 1 dimensão.

O SMARTPHONE/DISPOSITIVO

A imagem mostrada pela tela do dispositivo, ao ser acoplada aos óculos, será dividida em dois, e terá cada metade vista por um dos olhos. Dessa forma, uma visão simulada será interpretada pelo cérebro, dando a impressão de que estamos numa realidade de 3 dimensões.

Com os sensores do celular, será possível analisar os movimentos da cabeça, que são instantaneamente transferidos ao software, alterando o posicionamento do que é enxergado através dos óculos. Dessa forma, há a sensação de completa imersão naquela realidade criada.

Dieta saudável macarrão ovos peixes Revista Veja Bem ZEISS

Uma dieta saudável para seus olhos

Alimentar-se bem é uma dica comum de saúde que os médicos usam na hora de aconselhar seus pacientes na prevenção de doenças. E claro, nossos olhos não escapam desses conselhos. Para mantermos nossa visão saudável, nada melhor que combinarmos uma dieta rica e saudável. Veja só quais alimentos podem ser benéficos aos nossos olhos, de acordo com pesquisa da Revista Veja Bem.

PEIXES

A Síndrome do Olho Seco, que consiste na diminuição da produção de lágrimas, bastante comum no inverno, pode ser evitada com a ingestão de peixes, ricos em ômega 3. A substância é indicada como possível adversária da síndrome.*

OVOS

Os ovos também podem ser seus aliados na busca por uma boa saúde ocular. Ricos em vitaminas B12, A e D, podem prevenir a degeneração macular e a catarata. Eles também protegem a córnea e podem evitar cegueira noturna.*

ALHO

E que tal um macarrão alho e óleo para manter seu olho saudável? Isso mesmo que você leu. O alho presente na refeição é seu grande aliado na busca por uma boa circulação. Isso porque ele é rico em vitaminas C e B1, que, combinadas, mantém a circulação sanguínea boa e funcional, irrigando melhor os olhos, diminuindo a pressão arterial e prevenindo contra o glaucoma.**

* De acordo com a Revista Veja Bem ed.07 – Conselho Brasileiro de Oftalmologia

** De acordo com a Revista Veja Bem ed.02 – Conselho Brasileiro de Oftalmologia

Dor de cabeça além da armação

Estudos indicam que, até 2050, cerca de 50% da população poderá estar usando óculos.* Por esse motivo, vemos a tecnologia melhorando a qualidade das lentes e armações ano após ano. Muitas pessoas ainda postergam ao máximo a utilização dos óculos ou escolhem aqueles que não são ideais para suas características físicas. Isso pode causar incômodos na utilização destes no presente e no futuro.

Aqueles que precisam usar óculos e ainda não descobriram podem ter alguns desconfortos, como a dificuldade para enxergar durante à noite e ver imagens duplicadas. Outro problema que provavelmente pode aparecer é a dor de cabeça. Se você perceber algum incômodo, como os citados, pode ser que tenha chegado a hora de procurar o oftalmologista.

Outros transtornos que podem gerar dores de cabeça estão relacionados à escolha de armações não adequadas. O mau-posicionamento da armação dos óculos no rosto pode fazer com que o uso se torne um fardo e cause, consequentemente, incômodos.

A fadiga, ou vista cansada, também pode gerar dores de cabeça. Para prevenir, escolha com cuidado seus óculos e tire as medidas no i.Terminal. Esse equipamento da ZEISS faz a medição do seu rosto, armação e olhos digitalmente, minimizando esses incômodos.

*De acordo com o American Journal of Ophthalmology

 

Criança óculos parede menina Richard Yudi Hida Medicina

O sucesso da saúde ocular infantil em Aracati, Ceará

Os cerca de 73 mil habitantes de Aracati, cidade localizada a 150 km de Fortaleza, podem ter um motivo a mais para se orgulhar. Pesquisadores da KEIO University School Of Medicine de Tóquio se uniram a pesquisadores brasileiros para estudar sobre a saúde ocular das crianças locais. Isso porque apenas 2% delas apresentam incidência de miopia. É o que mostra uma pesquisa conduzida pelo médico Dr. Richard Yudi Hida.

A Escola de Ensino Fundamental e Médio Professor Antônio Monteiro é quem vem recebendo os exames, realizados pelos pesquisadores japoneses e por outros provenientes da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Estadual Paulista (UNESP). As crianças que participaram do estudo têm entre 5 e 12 anos.

O número de crianças míopes é extremamente baixo se comparado ao país asiático. Por lá, mais de 70% delas vêm apresentando incidências da doença. E ao que parece, tudo pode estar intimamente ligado ao uso de smartphones, tablets e videogames, por exemplo.

Crianças exames Aracati

O médico Dr. Richard Yudi Hida indica que a escolha da cidade foi justamente pelo baixo número de incidência da miopia infantil e pelo fato das crianças aracatienses fazerem pouco uso de aparelhos eletrônicos, ao contrário dos pimpolhos japoneses, onde 40% dos pequenos entre 1 e 9 anos utilizam a internet.

Entretanto, os resultados ainda são inconclusivos. Ainda de acordo com Dr. Richard, a relação entre o uso de eletrônicos e a miopia em crianças ainda é uma hipótese, e não há como dizer que é um fator determinante. Ele também afirmou que a doença costuma estar ligada à genética.

Mulher óculos saúde visual no inverno

Um olhar que vai além do inverno

Baixas temperaturas e clima seco. Essas características são características do inverno, estação compreendida no período entre os meses de junho e setembro. E nossos olhos, por mais que mereçam o devido cuidado a todo instante, precisam de uma atenção ainda maior nesta época. Veja como preservar sua saúde visual no inverno.

Uma das doenças que mais afligem a população durante a estação é a Conjuntivite Viral. Ela consiste na inflamação da conjuntiva, membrana que reveste a superfície interna das pálpebras e recobre a esclera (região branca do olho) e costuma se propagar durante a estação devido ao fato das pessoas permanecerem mais tempo em ambientes fechados, facilitando o contágio. Seus sintomas mais clássicos consistem na vermelhidão dos olhos e inflamação das pálpebras. Compressas sobre a pálpebra e uso de colírios são os métodos de tratamento mais eficazes.

Como são transmitidas por secreção, é recomendável a limpeza das mãos e do rosto sempre que houver entrada/saída em um novo ambiente. Deve evitar-se também coçar os olhos, já que os dedos sujos podem infectar a conjuntiva.

Outra doença bastante comum na estação é a Síndrome do Olho Seco. Devido à baixa umidade, o olho pode ser acometido pela diminuição na produção de lágrimas ou deficiência dos seus componentes. Os principais sintomas são: irritação ocular, ardor, percepção de “sujeira”, coceira e vermelhidão. O tratamento exige o uso de lubrificação sob prescrição médica. Uma boa medida de prevenção da doença é a complementação da alimentação com óleo de linhaça.

Vale ressaltar também que, mesmo em dias nublados, a incidência de raios UVA e UVB também podem prejudicar os olhos. Portanto, fique atento e evite olhar diretamente em direção ao céu e, se possível, faça o uso de óculos de sol adequados.

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